

A mãe, mulher torna o mundo bonito, a vida mais doce, e abre sentido aos desafios impostos pela existência do nascer ao terminar da caminhada de todos os homens.
Mulher, bendita, matter dolorosa. É o ser bendito do sexo feminino que gera uma vida em seu útero como consequência da fertilização ou que adota uma criança e dela cuida ao longo de toda sua formação.
Mamãe, a melhor parte da vida.
Progenitora, a pedra fundamental, gênese da psique infantil!
Toda criança ao nascer, fita os olhos de sua mãe e percebe intuitivamente sua existência (cogito ergo sum), porque a procriadora optou em conceber.
O primeiro e mais valoroso espelho de todos os infantes, são os olhos de sua genetriz.
Para crescer e se desenvolver de forma saudável, o bebê precisa ser reconhecido como pessoa (protegida pela Lei) e não como um objeto. Não é bastante o simples cuidar, mas todos nós aspiramos por amor, amor de mãe.
A progenitora cria seu filho com amor, construindo um ambiente acolhedor a sua volta. Gradualmente, planta as bases das desilusões pueris. O menino que nasce com fome, frio, carente, vulnerável, será cuidado e adaptar-se-á a um ambiente completo, estressor, famigerado, perigoso, o deserto do real, o mundo com suas multiformas e exigência.
Viver, é se frustrar, é sofrer, é lutar, e é dor. E a mãe tem suma importância na frustração adequada do filho, pedagógica, educadora, fortificadora do corpo, bons costumes e da alma. A mãe é o amparo, é o pilar e a propulsão que permite os voos dos filhos.
Nascemos com elementos betas destrutíveis, sentimentos caóticos e necessidades básicas sendo inerente a cada um de nós as necessidades básicas, logo, é a uma missão maravilhosa a transformação em elementos alfa, sentimentos funcionais e o suprimento de todas as necessidades, vontade e paixões primordiais.
A procriadora suficiente boa promove com altivez a alfabetização de seu filho, cuida de seu vestuário, proporciona-lhe alimentação, cuida dele, limpa suas excreções, e é a única que sabe lidar com suas raivas e choro.
A mãe traz à vida, permite que o ser humano se sinta em plena existência e promove o aperfeiçoamento diário deste novo ser, criando as bases de uma sociedade saudável!
Viva a geradora de nós mesmos, um ser não meramente humano, mas quase um anjo imbuído da função mais mágica e divina – perpetuar a vida!
Nossa sincera homenagem a todas as mães, agradecendo pelas suas existências propiciando nossas vidas, pois se somos quem nos tornamos e chegamos a onde estamos, devemos tudo isso a vocês.
Por Dr. Tássio Alvarenga Lopes, Médico Psiquiatra e Daniel Edson Alves e Silva, advogado e mestre em Direito Constitucional.
