

▶️ Após décadas do primeiro festival, artista campo-belense retorna aos palcos do Fenac com uma canção autoral que celebra a esperança, a superação e a força para recomeçar.
@diariocb 🎵 O cantor e compositor campo-belense Tiago Morais vive um momento especial em sua trajetória artística. Selecionado para o Festival Nacional da Canção (Fenac), o artista apresentou a música autoral “Não É o Fim”, composição que transmite uma mensagem de esperança, superação e recomeço. A participação no festival tem um significado especial para Tiago. Aos 10 anos de idade, ele participou de seu primeiro festival de música, iniciando uma relação com a arte que atravessaria décadas. Anos depois, o artista retorna ao universo dos festivais com uma canção que, segundo ele, dialoga com sua própria história e com experiências que marcaram sua caminhada pessoal e artística. Natural de Campo Belo, Tiago construiu sua trajetória como cantor, compositor e produtor musical, com trabalhos em eventos, cerimônias e projetos culturais. Ao longo dos anos, manteve a música como parte de sua vida e também desenvolveu atividades ligadas à comunicação e à produção artística. A música “Não É o Fim” foi composta com uma mensagem de perseverança e busca inspirar pessoas que enfrentam desafios e acreditam na possibilidade de recomeçar. “Participar novamente de um festival, depois de tantos anos, é algo muito especial. É como reencontrar aquele menino de 10 anos que sonhava com a música e perceber que o sonho continua vivo”, destacou o artista. A participação de Tiago no Festival Nacional da Canção também leva o nome de Campo Belo a um dos tradicionais eventos da música brasileira. Mais do que uma participação em um festival, a apresentação de “Não É o Fim” representa a continuidade de uma história iniciada ainda na infância e que segue sendo construída por meio da música e da arte. #CampoBelo #TiagoMorais #FENAC #MusicaBrasileira #DárioCampoBelo ♬ som original – Diário Campo Belo
O cantor e compositor campo-belense Tiago Morais vive um momento especial em sua trajetória artística. Selecionado para participar do Festival Nacional da Canção (Fenac), o artista subiu ao palco com a música autoral “Não É o Fim”, uma composição marcada por uma mensagem de esperança, superação e recomeço. No sábado, dia 8 de agosto, Tiago Morais teve a sua obra selecionada para a semi-final do Festival. A alegria maior foi esta contemplação em sua cidade natal – Campo Belo (MG). Na sexta e no sábado, os artistas selecionados para a etapa se apresentaram na Cidade Montesa.


A participação no festival ganha um significado ainda mais especial quando se olha para o início de sua história com a música. Aos 10 anos de idade, Tiago participou de seu primeiro festival musical. Décadas depois, retorna ao universo dos festivais levando consigo não apenas uma nova canção, mas também uma trajetória construída ao longo de anos de dedicação à arte.
Natural de Campo Belo, Tiago atua como cantor, compositor e produtor musical, com trabalhos desenvolvidos em apresentações, eventos, cerimônias e projetos culturais. Ao longo de sua caminhada, a música permaneceu como uma presença constante, ao lado de atividades ligadas à comunicação e à produção artística.
Foi desse percurso que nasceu “Não É o Fim”. A canção carrega uma mensagem de perseverança e procura inspirar pessoas que enfrentam momentos difíceis, lembrando que, mesmo diante dos desafios, sempre existe a possibilidade de seguir em frente e recomeçar.
“Participar novamente de um festival, depois de tantos anos, é algo muito especial. É como reencontrar aquele menino de 10 anos que sonhava com a música e perceber que o sonho continua vivo”, destacou o artista.
A presença de Tiago Morais no Festival Nacional da Canção também representa um motivo de orgulho para Campo Belo. Ao levar sua música ao palco do evento, o artista também leva consigo o nome de sua cidade e a história de uma trajetória que começou ainda na infância.
Mais do que uma participação em um festival, a apresentação de “Não É o Fim” representa a continuidade de um sonho. Uma história iniciada aos 10 anos, atravessada por experiências pessoais e artísticas e que, décadas depois, continua sendo escrita por meio da música, da arte e, sobretudo, da capacidade de acreditar em novos começos.
Publicado por redação Diário Campo Belo em 11/08/2026
