A mãe de uma adolescente de 17 anos (que é especial) está desesperada, e sem ter para onde ir com filha. Na quinta-feira (04/01) vence o prazo que ela teria para desocupar o imóvel onde residem, no jardim das Acácias em Campo Belo. O pesadelo de Elizângela Aparecida Santos, de 39 anos, começou em julho de 2107; Ela procurou à justiça para reivindicar do ex-companheiro pensão alimentícia a que a filha tem direito, além de protocolar o divórcio. Entretanto, segundo Elizângela, no acordo ficou estabelecido que ela deveria sair do imóvel para que o mesmo seja vendido e ele (ex-marido) pague 20% de pensão à menina. O prazo se encerra nesta semana e ela não tem para onde ir.
Elizângela disse que a audiência em que colocou em risco a sua e a moradia da filha, seria apenas para reivindicar um direito constitucional. Nesta quarta-feira (03/01) aflita, a mãe de Francielli Santos procurou o advogado Daniel Edson para habilitar o processo.
Ele entrará com recurso para reverter esta situação na quinta-feira. Dr. Daniel está otimista. Ele entende que tenha sido um mal acordo. “Estou otimista. Eu considero que ela tenha sido injustiçada. Geralmente, quando o réu ganha 1 salário mínimo, é estipulado 30% da pensão. No caso de uma criança especial, fica entre 45% e 50% da pensão. Vamos tentar um acordo para ela permanecer na casa. É o justo”, disse o advogado.
