
Uma mulher de 38 anos foi presa na manhã de sexta-feira (04) acusada de aplicar golpes em aposentados de Arcos (MG). Ela mora em Campo Belo (MG) estava com dois mandados de prisão expedidos pela justiça Comarca. De acordo com a polícia, o mesmo golpe aplicado quando foi detida em 28 de julho de 2015 em sua cidade de origem, ela aplicou em Arcos. Teria usado o filho deficiente para conquistar a confiança das vítimas (idosos). Com este argumento, a mulher tinha acesso aos dados e aos documentos dos aposentados. Posteriormente, ela contraia vários empréstimos em bancos e financeiras em nome das vítimas.
Segundo a polícia, ela chegava a lucrar até 8 mil reais com cada golpe. A mulher confessou os golpes e seguiu direto para o Presídio de Arcos. Ela responde à pelo menos dois processos por estelionato e pode pegar de 1 a 5 anos de prisão. Agora a Polícia Civil vai investigar a participação da mulher em outros crimes parecidos, cometidos na região.
O delegado Dr Elmer, orienta que qualquer pessoa que tenha sido vítima de um golpe parecido, pode procurar a delegacia de Arcos e registrar o fato, pois pode ser que esta mulher tenha aplicado este golpe em Arcos, já que ela estava morando desde agosto, no bairro Jardim Bela Vista.
Relembrem o caso à época de sua prisão em Campo Belo.
Mulher que aplicava golpes em aposentados é identificada pela Policia Civil em Campo Belo MG.
Uma mulher de 38 anos que teria enganado aposentados contratando empréstimos consignados, através de seus benefícios, é investigada pela Polícia Civil. De acordo com as investigações, as vítimas eram idosas e aposentadas. Os empréstimos eram em torno de R$ 7mil a R$ 8 mil reais. Para convencer as vítimas, F.C.M. dizia que os documentos pessoais como RG e CPF, seriam para que as mesmas prestassem um suposto testemunho para que o filho da estelionatária, que é deficiente, se beneficiasse do social.
Segundo a Policia Civil, a investigada escolhia a dedo as vítimas; “Ela escolhia previamente as vítimas, sabendo que eram aposentadas ou beneficiárias do INSS”, informa o release repassado à imprensa.
A Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio, que investiga o caso descobriu que F.C.M. fazia cópias dos documentos, e mediante fraude, contraía os empréstimos consignados em nome das vítimas junto a empresas financeiras, dentre elas, Banco BMG e Panamericano.
Ainda segundo a polícia, a golpista lucrava em torno de R$ 7 a 8 mil por golpe. Os investigadores identificaram quatro pessoas lesadas. As vítimas só percebiam as fraudes depois; “Só no recebimento das aposentadorias eles percebiam o golpe. O valor do recebimento estava abaixo do estipulado, então, verificavam que as parcelas referente aos empréstimos teriam sido descontadas”, apontou as investigações.
Em um dos golpes, a mulher contou com a ajuda de uma comparsa; A.M.F.S, que segundo a Polícia Civil, se encarregava de receber os valores indevidos junto aos Bancos. Ambas confessaram os crimes à Policia e elas responderão na Justiça pelos crimes praticados.
Fonte: Portal Arcos
Fotos: PCMG
