

▶️ Tutora afirma que a cadela morreu um dia após o procedimento, registra boletim de ocorrência e contesta informações atribuídas à ONG. O DCB procurou os responsáveis pela ação e demais citados, mas não recebeu retorno até o fechamento desta reportagem.
@diariocb 🐾 Uma moradora do bairro São Benedito, em Campo Belo, afirma que sua cadela, Pandora, morreu um dia após ser submetida a um procedimento de castração comunitária realizado no domingo, 26 de abril de 2026. Segundo a tutora, um laudo de necropsia apontou hemorragia interna como causa da morte. Ingridy Vilela relatou que o marido levou o animal para o procedimento e que Pandora retornou para casa no mesmo dia. Na manhã seguinte, a cadela foi alimentada antes de os moradores saírem para o trabalho. Ao retornarem, encontraram o animal morto. A tutora afirma que Pandora não era utilizada para reprodução. “Sou trabalhadora CLT e não preciso me sustentar por meio da procriação de animais”, declarou. Segundo Ingridy, após a morte da cadela, foi realizado um exame de necropsia, cujo laudo teria indicado hemorragia interna. Um boletim de ocorrência também foi registrado. A moradora informou que, conforme orientação de seu advogado, entende que houve irresponsabilidade por parte da ONG responsável pela castração comunitária e cobra a apuração do caso. Ela também contestou uma informação que, segundo relata, teria sido atribuída à entidade, de que Pandora estaria com um feto morto no momento do procedimento. “Falaram que a minha Pandora estava com um feto morto, mas isso não procede. Aguardo pela Justiça dos homens e pela Justiça de Deus”, afirmou. A primeira entrevista de Ingridy ao Diário Campo Belo foi concedida em 27 de abril, um dia após o procedimento, mas não chegou a ser publicada. Na ocasião, a produção optou por aguardar o resultado da necropsia antes de divulgar o caso. Com o laudo em mãos, o DCB retomou a apuração e realizou uma nova entrevista com a tutora. Segundo Ingridy, o sofrimento pela perda de Pandora ainda é muito grande. Um vídeo registrado em 27 de abril mostra Ingridy e o marido abalados após encontrarem a cadela morta, um dia depois do procedimento de castração comunitária. DCB procurou os citados O Diário Campo Belo entrou em contato com a advogada da ONG responsável pela ação, dra. Dayene Lages, e com a voluntária Fabiana. A produção também encaminhou mensagem à vereadora Ana Cara, cuja atuação política é voltada à causa animal. Até o fechamento desta reportagem, nenhum dos contatos havia apresentado manifestação. Diante da ausência de respostas, a produção também comunicou a servidora da Câmara Municipal Luana Couto sobre a pauta e informou que a reportagem estava em andamento. O último contato realizado pelo DCB ocorreu às 17h11 desta terça-feira (14). O caso poderá ser apurado pelas autoridades competentes. O laudo que aponta hemorragia interna, por si só, não estabelece neste texto eventual responsabilidade pelo óbito, questão que dependerá da análise dos órgãos competentes. O espaço permanece aberto para que a ONG, seus representantes e os demais citados apresentem esclarecimentos e suas versões sobre os fatos. #CampoBelo #CausaAnimal #Castração #Pandora #DiárioCampoBelo
Uma moradora da Rua José Oliveira Barra, no bairro São Benedito, afirma que sua cadela, Pandora, morreu após participar de uma castração comunitária realizada no domingo, 26 de abril de 2026 em Campo Belo (MG). Segundo a tutora, o marido foi quem levou o animal para o procedimento. O DCB entrou em contato com a advogada da ONG responsável pela ação, Dra. Dayene Lages, com a voluntária Fabiana e também encaminhou mensagem à vereadora Ana Cara, eleita com atuação voltada à causa animal. Até o fechamento desta reportagem, nenhum dos contatos havia se manifestado. Diante da ausência de respostas, a produção também comunicou a servidora da Câmara Municipal, Luana Couto, sobre a pauta, informando que a reportagem estava em andamento, para que mais um órgão oficial tivesse conhecimento do caso. O ultimo contato foi às 17h11 desta terça-feira (14/07).
De acordo com a tutora, Pandora foi castrada e retornou para casa no mesmo dia. Na manhã seguinte, a cadela recebeu alimentação antes de os moradores saírem para o trabalho. Ao retornarem para casa, encontraram o animal morto.
A moradora afirma que Pandora não era utilizada para reprodução. “Sou trabalhadora CLT e não preciso me sustentar por meio da procriação de animais”, declarou.
Ainda segundo a tutora, o laudo da necropsia apontou hemorragia interna como causa da morte. Um boletim de ocorrência foi registrado.
A moradora informou que, conforme orientação de seu advogado, entende que houve irresponsabilidade por parte da ONG responsável pela castração comunitária. Ela também contestou a informação que, segundo relata, teria sido divulgada pela entidade de que Pandora estaria com um feto morto no momento do procedimento. “Falaram que a minha Pandora estava com um feto morto, mas isso não procede. Aguardo pela Justiça dos homens e pela Justiça de Deus”, afirmou.
O caso poderá ser apurado pelas autoridades competentes. O espaço permanece aberto para que a ONG, seus representantes e os demais citados apresentem seus esclarecimentos e sua versão dos fatos.

▶️ Morte da Pandora

A primeira entrevista de Ingridy Vilela ao DCB foi concedida em 27 de abril, mas não chegou a ser publicada. À época, a equipe de produção optou por aguardar o resultado da necropsia antes de divulgar o caso.
Com o laudo em mãos, o DCB retomou a apuração e realizou uma nova entrevista com a tutora de Pandora. Segundo Ingridy, o sofrimento pela perda da cadela ainda é muito grande.
Um vídeo registrado no dia 27 de abril mostra o momento em que Ingridy e o marido aparecem profundamente abalados após encontrarem Pandora morta, um dia depois de ela ter sido submetida ao procedimento de castração comunitária.


Publicado por Diário Campo Belo – 14/07/2026
