

Audiência pública debate transporte coletivo e cobra planejamento para a mobilidade urbana de Campo Belo
A audiência pública realizada para discutir o transporte coletivo de Campo Belo trouxe à tona críticas ao funcionamento do serviço e questionamentos sobre os investimentos realizados pelo município nos últimos anos.
Durante o debate, a cidadã Gláucia apresentou relatos sobre as dificuldades enfrentadas pelos usuários e afirmou que os problemas no transporte coletivo são antigos e conhecidos pela população. Em sua fala, também relembrou a organização do sistema de transporte conhecido como “Chiquito”, defendendo que experiências do passado podem contribuir para a discussão atual.
Na sequência, Thiago Resende apresentou dados sobre os gastos públicos relacionados ao transporte coletivo. Segundo as informações divulgadas, entre 2019 e 2026 a Prefeitura destinou aproximadamente R$ 27,8 milhões à empresa Sudeste Brasil. Desse montante, cerca de R$ 12,5 milhões corresponderiam à locação de ônibus utilizados no transporte público gratuito. Antes conceder o uso da Tribuna a Thiago, o vereador Thomás Cambraia fez uma observação desnecessário. “Thiago, o uso da tribuna é somente sobre o transporte público”.
Thiago faz parte do grupo que está tentando utilizar a Tribuna para falar sobre o vale-alimentação há mais de um mês e os vereadores tem negado o direito.
Com base nesses números, foi levantado um questionamento sobre a existência de estudos técnicos que tenham embasado a manutenção do modelo de locação ao longo dos últimos anos. Entre os pontos apresentados, destacou-se a necessidade de comparar alternativas como aquisição de frota própria, concessão do serviço, subsídios, revisão das linhas e horários, além da análise da demanda real de passageiros.
Também foi mencionado que, considerando valores públicos de referência para ônibus urbanos, os recursos destinados à locação poderiam representar a aquisição de aproximadamente 19 a 31 veículos, dependendo do modelo adotado. O argumento apresentado não teve como objetivo defender uma solução específica, mas reforçar a importância de estudos técnicos para subsidiar decisões sobre investimentos públicos.
Audiência pública debate transporte coletivo e cobra planejamento para a mobilidade urbana de Campo Belo
A audiência pública realizada para discutir o transporte coletivo de Campo Belo trouxe à tona críticas ao funcionamento do serviço e questionamentos sobre os investimentos realizados pelo município nos últimos anos.
Durante o debate, a cidadã Gláucia apresentou relatos sobre as dificuldades enfrentadas pelos usuários e afirmou que os problemas no transporte coletivo são antigos e conhecidos pela população. Em sua fala, também relembrou a organização do sistema de transporte conhecido como “Chiquito”, defendendo que experiências do passado podem contribuir para a discussão atual.
Na sequência, Thiago Resende apresentou dados sobre os gastos públicos relacionados ao transporte coletivo. Segundo as informações divulgadas, entre 2019 e 2026 a Prefeitura destinou aproximadamente R$ 27,8 milhões à empresa Sudeste Brasil. Desse montante, cerca de R$ 12,5 milhões corresponderiam à locação de ônibus utilizados no transporte público gratuito.
Antes de conceder a palavra a Thiago Resende, o vereador Thomás Cambraia fez a seguinte observação: “Thiago, o uso da tribuna é somente sobre o transporte público.” A fala ocorreu antes do início da manifestação do cidadão.
Thiago integra um grupo de moradores que, segundo seus integrantes, tenta utilizar a Tribuna Livre da Câmara há mais de um mês para tratar do tema do vale-alimentação dos servidores municipais. De acordo com o grupo, os pedidos de inscrição para abordar esse assunto não foram aceitos até o momento.
Com base nos números apresentados durante a audiência, foi levantado um questionamento sobre a existência de estudos técnicos que tenham embasado a manutenção do modelo de locação de ônibus ao longo dos últimos anos. Entre os pontos apresentados, destacou-se a necessidade de comparar alternativas como aquisição de frota própria, concessão do serviço, subsídios, reorganização das linhas e horários e análise da demanda real de passageiros.
Também foi mencionado que, considerando valores públicos de referência para ônibus urbanos, os recursos destinados à locação poderiam representar a aquisição de aproximadamente 19 a 31 veículos, dependendo do modelo adotado. O argumento apresentado não teve como objetivo defender uma solução específica, mas reforçar a importância de estudos técnicos para subsidiar decisões sobre investimentos públicos.
Outro tema debatido foi a necessidade de um planejamento mais amplo para a mobilidade urbana de Campo Belo. Durante a audiência, foi questionado se a Prefeitura possui um diagnóstico técnico atualizado que justifique a continuidade do atual modelo de transporte coletivo ou se há previsão de contratar uma empresa especializada para elaborar um Plano de Mobilidade Urbana.
Entre os estudos sugeridos estão a reorganização das linhas e dos horários, análise da demanda, revisão dos pontos de embarque e desembarque, integração entre bairros, avaliação do fluxo de veículos, estacionamento, sinalização viária e demais aspectos relacionados à circulação urbana.
Ao final, foi destacado que a gratuidade do transporte coletivo representa um importante benefício social, mas que, segundo os participantes da audiência, ela precisa estar acompanhada de um serviço eficiente e de um planejamento técnico capaz de transformar os investimentos públicos em melhorias concretas para a mobilidade da população de Campo Belo.
Publicado por redação Diário Campo Belo em 01/07/2026
