Número de casos de Leishmaniose em Campo Belo preocupa veterinários

Vereador Tchuca propôs a vacinação coletiva contra a doença, porém o Executivo não teria dado retorno até o momento.

O número crescente de casos de leishmaniose em Campo Belo (MG), segundo alguns veterinários, tem crescido na cidade e causado preocupação. A doença é parasitária relativamente comum em países tropicais, como o Brasil, que afeta principalmente cachorros, mas que pode ser transmitida para os humanos. A produção do DCB tentou contato com a Vigilância Sanitária (VS) e também com a servidora Sara, que está respondendo interinamente pela Secretaria Municipal de Saúde. Ambos disseram que aguardam o retorno do titular da pasta, dr. José Assunção, para relatar os fatos, as medidas tomadas. Vale ressaltar que a pauta envolve vários setores da saúde entre eles: Canil, Vigilâncias Sanitária e Epidemiológica, além da Secretaria Regional de Saúde. Ela (Regional) faz um estudo e edita as normas a serem adotadas pelo município.
Segundo o veterinário Rodrigo Ribeiro Garcia, Leishmaniose Visceral em Campo Belo é uma ingrata realidade. Ele foi o primeiro médico a notificar a Secretaria Municipal de Saúde sobre os casos confirmados em sua clínica. “Os veterinários precisam informar a prefeitura para que eles possam se movimentar. Infelizmente isso não vem acontecendo. Por ser algo novo muitos não informam e prejudica o trabalho da Vigilância, que não conseguem tomar atitude por não ser informada. Eu particularmente estava atendendo casos, pegando as notificações, e não havia entregado ainda a eles (órgão competente)”, disse o médico.
Rodrigo garante que ao informar ao órgão competente sobre a situação da doença no município, teve resposta. “ Levei as notificações e no mesmo dia já me informaram que iriam tomar as medidas possíveis”, comentou o veterinário.
Para Rodrigo, o assunto trata-se de saúde pública. “O dever é nosso, como médico veterinário, perante a sociedade informar a situação. Nas nossas redes sociais toda semana postamos para instruir a população. No meu Instagram há muito tempo que divulgamos, porém não notificamos anteriormente”, ressalta.
O depoimento de Rodrigo confirma a realidade de outros médicos. Um morador da cidade (que preferiu não se identificar), contou que cão foi diagnosticado com a doença e a veterinária que o atendeu disse que há dezenas de casos na cidade. “A cidade está cheia de cães com diagnóstico positivo”, alertou.


O vereador Carlos Alberto Chaves apresentou uma Indicação de número 260/2021, em junho, solicitando a vacinação coletiva dos animais (canil e de rua) contra a Leishmaniose. O parlamentar tem conhecimento de que o tratamento tem um alto custo (em casos onde o animal não é sacrificado) e a população (em sua maioria) não tem condições financeiras para custeá-lo. “Soube a incidência de casos e dentro da minha competência editei uma indicação solicitando ao Executivo (através da Secretaria de Saúde) que disponibilizasse a vacinação coletiva. O tratamento tem um custo elevado. Mas até o momento não obtive resposta”, endossou o vereador.
Outro lado
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) foi procurada pelo DCB. Aliás, desde a semana passada a produção tenta uma resposta. Inicialmente, a pessoa responsável pela área estava de férias (devido a pandemia muitos servidores estavam com férias vencidas). O Secretário estava afastado (deve retornar esta semana). Nesta segunda-feira (18/10) a produção do site retornou o contato com a Vigilância Sanitária, mas por ser um assunto que envolve outras áreas (epidemiologia, canil e regional) fomos informados que a reunião para tratar do assunto e as medidas que serão adotadas acontecerá com o retorno do titular da pasta. Também conversamos com a servidora Sara (que responde interinamente pela pasta). A mesma confirmou as informações da VS. Também fomos informados que todos os animais recolhidos e levados para o canil passam por exames antes de serem acolhidos.
Leishmaniose: sintomas, transmissão e prevenção
Sintomas

Leishmaniose: sintomas, transmissão e prevenção (Fonte: bio.fiocruz.br)

Leishmaniose visceral: alteração do estado geral, febre, palidez, fraqueza e aumento das vísceras – principalmente do baço, do fígado e da medula óssea. Nos cães também pode haver descamação de pele e crescimento progressivo das unhas.
Leishmaniose tegumentar: compromete pele e mucosas. Geralmente é caracterizada pela presença de úlcera cutânea única ou em pequeno número, com bordas elevadas e indolor, embora possa assumir formas diferentes. Provoca infiltração, formação de úlceras e destruição dos tecidos da cavidade nasal, faringe ou laringe. Também podem ocorrer perfurações do septo nasal ou do palato.
Transmissão
Ocorre pela picada de insetos vetores, os flebotomíneos, popularmente chamados de “mosquito palha” ou “cangalhinha”. Eles são pequenos, de cor clara e pousam de asas abertas. O mosquito se contamina com o sangue de pessoas e animais doentes e transmite o parasito a pessoas e animais sadios.
Prevenção
Não há vacina contra a leishmaniose visceral.

Os anexos abaixo comprovam as ligações realizadas para a SMS (Vigilância e Secretaria). Contatos realizados na semana passada (conforme mostra o anexo) e nesta segunda-feira (18/10). 

 

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