No dia do Professor, Coordenador do Sindiute-MG fala sobre os desafios da Profissão

Hoje dia 15 de outubro, é um dia de parabenizar os professores pelo seu dia, mas também para entender as suas lutas mediante o dever do profissional em passar todo o conhecimento aos alunos. Para isso, o Representante do Sindicato dos Professores de Minas Gerais, Ezequiel Genesis Rezende, falou sobre os desafios que a categoria ainda enfrenta nos dias atuais.

 

Quando se vem a tona o papel na sociedade, não podemos negar que o assunto que vem sempre em discussão é sobre a valorização. Um dos temas que foram tratados é sobre a volta das aulas presenciais. “ A pandemia deixou evidente a importância do papel do professor, e que ainda não está podendo ter como certo que se tem a segurança com 80 por cento apenas com a primeira dose ou com a dose única” relata o representante. O Sindicato ainda ressalta que o professor teve que se desdobrar pra ensinar os alunos, pois teve que inovar utilizando das novas tecnologias, e também o aluno ficou prejudicado,  sem o investimento do estado nestas tecnologias.

O Sindicalista destaca que durante o período da pandemia, o governo tentou o retorno das aulas presenciais, com o retorno imposto em julho e agosto. Ao retornar mesmo sabendo de todo o risco que existe e vendo que não é o momento, a gente percebe a alegria da relação professor e aluno, o aprendizado se deve equivalente desta relação” destaca . O Sindicalista falou inclusive do quanto o governo não está dando valor a educação, visto vários cortes que vem acontecendo, e até mesmo citou a proposta do homeschooling, que é o ensino dentro de casa, o que para ele não pode acontecer pois percebe-se que a relação do aluno com o professor é fundamental.

O Sindicalista destaca que hoje ainda continua a luta pela valorização de todos os profissionais, pois a escola não é só o professor, a escola vai desde o porteiro, a faxineira, até o diretor da escola. A valorização é uma luta de décadas, e a mais recente é a luta pelo piso salarial, que foi instituído no governo Lula a partir de 2008, e que chegou no patamar de cobrança, no que ele coloca que este piso tem 0 por cento de reajuste.

O sindicalista relata que aqui em Minas Gerais, o governo não deu nem meio por cento de reajuste em 3 anos de seu governo. “Já estamos completando 4 anos que não temos nenhum tipo de reajuste” destaca o Sindicalista, que diz que a defasagem relacionada ao piso é de 1/3 do salário.

Um dos desafios atualmente segundo Ezequiel, é não acentuar a desigualdade que tem o ensino particular com relação a escola pública. Outro ponto destacado por ele, é a reforma administrativa do governo atual a PEC 32, no qual ele coloca que não pode ser aprovada, no que ele espera que os deputados rejeitem essa proposta, que segundo o sindicalista desmonta o serviço público, inclusive a educação.

 

 

 

Casa do Pecuarista
Sacolão do Oswaldo
Gorillaz Beer
Tudec
Lion Henrique

 

Ebenezer

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