

Dor e comoção na despedida de Bruno! (Foto: DCB)
Clima de comoção tomou conta de amigos, familiares e colegas de trabalho. Corpo de Bruno Matos chegou acompanhado de “motociata” no cemitério Senhor Bom Jesus, em Campo Belo (MG). O sepultamento foi às 09h00 da manhã desta segunda-feira (22/02). Eles se despediram de Bruno, da forma que o jovem mais gostava: barulho do acelerado das motos e buzina!
Foi à última homenagem ao amigo que partiu precocemente, vítima de um latrocínio (roubo seguido de morte). O corpo de Bruno foi localizado por esportistas que faziam trilha, segundo a PM, na comunidade do Ribeirão Santo Antônio, na tarde de domingo (21/02). A polícia localizou um suspeito de envolvimento no crime e no local de trabalho dele, policiais – civis e militares, encontraram uma arma com numeração raspada. Um revólver calibre 38.
O Crime
De acordo com a corporação, por volta das 16h00, a Policia Militar recebeu uma ligação via 190, onde uma pessoa que estava passando próximo ao local conhecido por Comunidade Ribeirão Santo Antônio encontrou um corpo de uma pessoa do sexo masculino, já sem vida. Diante da denúncia, os militares deslocaram até o local indicado pelo denunciante, e localizaram o corpo de Bruno Matos, caído ao solo, de costas, com um ferimento visível no rosto, entre os olhos, causado por arma de fogo.
O corpo aparentava estar no local há várias horas. Conforme perícia realizada, além do ferimento na face, havia outros dois, um no braço direito e outro nas costas, também causados por arma de fogo.
Segundo informações a vitima – Bruno Matos, no sábado (20/02), por volta das 15 horas, teria saído do trabalho junto com o suspeito, D. G., para irem à Comunidade citada com o objetivo buscar o recibo de uma motocicleta Honda/Bros, cor vermelha e preta, que pertencia a BM.M.. A referida motocicleta estava com a situação irregular, pois a vítima não conseguia transferi-la, por não ter o recibo da mesma.
Esta moto, segundo informações, foi adquirida justamente de D.G., mas que mesmo a teria comprado de um terceiro e que os dois teriam ido naquela comunidade rural para justamente pegarem este documento.
Entretanto B.M.M. não voltou para sua casa e a família, preocupada, começou a procurá-lo. Policiais militares e civis em diligências localizaram D.G. que foi conduzido à Delegacia para prestar esclarecimentos.
Conforme a polícia, Daniel, confirmou o que até então era de conhecimento, mas negou que tenha ido com B.M.M até a roça. Disse que ele teria ido sozinho ao encontro de uma pessoa de nome A. e confirmou aos policiais que tinha uma arma, um revólver, mas que tinha se desfeito dele, jogando-o em um Rio.
No local do crime foi encontrado um capacete que pertencia à vítima, porém sua moto, seu aparelho celular e seus documentos pessoais foram levados, certamente pelo autor do crime. As diligências para elucidar os fatos e apontar as autorias estão em andamento.

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