

A cozinha comunitária “Ewertom Pinto Teixeira”, em Campo Belo (MG), foi invadida e furtada durante a madrugada de segunda-feira (23/11). A ocorrência foi registrada na Polícia Militar pela coordenadora na manhã de segunda-feira. Danielle Resende de Aguiar relatou à polícia que durante a madrugada pessoas não identificadas arrombaram a porta lateral do imóvel e furtaram objetos como: um botijão de gás, um caldeirão e três panelas grandes, um tacho, além de duas panelas de pressão de 30 e 40 litros. Os autores fugiram em seguida. A perícia técnica não foi acionada, pois não houve preservação do ambiente.
Conforme a coordenadora, o local (que fica próximo ao quartel da PM) à Avenida São João esquina com Policeno Maia não possui câmeras de monitoramento, somente alarme, que acusou o disparo às 00h39 da madrugada de segunda-feira. Ainda conforme o registro da ocorrência, a empresa responsável pelo monitoramento realizou uma averiguação, porém, naquele momento nenhuma irregularidade havia sido constatada.
Cozinha Comunitária
A cozinha foi inaugurada na gestão de Richard Miranda Resende (junho de 2016). De acordo com informações cedidas pelo Ministério da Cidadania, as cozinhas comunitárias fazem parte de um programa iniciado em todo o Brasil em 2003 com o objetivo de minimizar os efeitos da fome sobre as comunidades carentes. As cozinhas comunitárias fazem parte da estrutura de Assistência Social do município e possuem capacidade mínima de ofertar 100 refeições diariamente com frequência mínima de cinco vezes na semana.
O governo federal, em 2010, selecionou cinco cidades brasileiras para a instalação deste equipamento público, sendo Campo Belo uma das agraciadas.
A construção do local, bem como a instalação de toda a estrutura que inclui refeitório ficou a cargo do governo federal. A prefeitura se responsabilizou pela contratação de funcionários para trabalhem nesta cozinha, incluindo um nutricionista e um assistente social que auxiliaria na gestão desta iniciativa, define a regulamentação do Ministério.
O acesso à produção das refeições deve ser universal, priorizando os cidadãos em situação econômica de baixa renda, sendo indispensável à sua triagem pelo CREAS (Centro de Referência de Assistência Social).
De acordo com orientações do governo federal as refeições devem ser gratuitas ou servidas a preços populares uma vez que o seu público prioritário é a comunidade de baixa renda do município. Na gestão atual a cozinha foi aberta em poucas ocasiões, sendo para a realização de cursos e para eventos internos, organizado pela própria prefeitura.

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