
O empresário campobelense, Cleiton Martins Ferreira, construirá em Lavras um frigorífico. Ele adquiriu uma área de 32 mil metros quadrados e começará a obra em agosto com previsão de término em fevereiro de 2018. O empreendimento vai gerar inicialmente 50 empregos diretos. Em entrevista ao DIÁRIO CAMPO BELO, o empresário explica o motivo da escolha por Lavras. Em breve o Frigolavras será realidade.
Ele também deixou claro que é um projeto antigo e que tentou inúmeras negociações com a administração passada, mas foi totalmente ignorado no mandato anterior. “Ao ganhar a eleição, Alisson (prefeito de Campo Belo) até me procurou, mas eu já estava com as negociações adiantadas e não teríamos como optar por nossa cidade (Campo Belo). Teve até uma tramitação na Câmara de vereadores sobre a minha intenção na administração passada, mas não obtive retorno do executivo. Portanto, tendo a infraestrutura oferecida em outra cidade, implantarei meu negócio naquele local. Lembrando que é infraestrutura logística. O terreno o nosso grupo adquiriu com recursos próprios ”, afirmou Cleiton.
O empreendimento citado são 32 mil metros quadrados nos fundos da Distribuidora Ford, na BR-265. Entretanto, o início das atividades do frigorífico vai depender da liberação de licenças de órgãos ambientais, algo burocrático”, pontuou Cleinton.
Ainda segundo o empreendedor, o projeto prevê cerca de 3 mil metros quadrados de construção. “A previsão é abater 150 cabeças de gado e 150 cabeças de suínos diariamente, gerando 50 empregos diretos, podendo chegar a 100 empregos”, frisou.
Cleiton ainda acrescentou que era um projeto estudado antes mesmo do Dr. Alisson apresentar sua candidatura. Seria construído em Três Corações, pois por diversas vezes tentou conversar com o Executivo em 2015/2016, mas nunca teve retorno. Um amigo de Cleiton o fez mudar de planos com relação a cidade sede para implantar a obra. Este amigo, Claudionor Araújo Júnior, conhecido como Juninho (filho do “Toti Açougueiro”), o apresentou ao prefeito lavrense José Cherem, que prontificou em ajudá-lo dentro das possibilidades. “A prefeitura vai estruturar o local na questão de fornecimento adequado de energia (necessária à produção), e mobilidade urbana”, afirmou o empresário.
