A mulher teve material colhido e encaminhado para o laboratório para análise.
Apesar das dificuldades encontradas pela Polícia Civil de Campo Belo (MG), os investigadores chegaram à algumas pessoas (suspeitas). Uma delas a polícia solicitou a coleta de material para a realização de um DNA-comparando com o bebê, encontrado no lixão no dia 1º de novembro de 2016 por integrantes da ASCARBE (Associação de Catadores de Materiais Recicláveis). O trabalho é intenso e delicado. A população pode ajudar a esclarecer este fato, fornecendo informações procedentes. A mulher investigada (suspeita) não foi detida.
Ainda segundo informações, a polícia aguarda o resultado do material colhido e encaminhado ao laboratório. Com a divulgação desta suspeita (a polícia não apresentou nome ou foto) a imagem de uma mulher foi jogada em redes sociais (grupos) e causou muita discussão. Porém, acredita-se que seja apenas especulações. A mulher que teve a foto divulgada em grupos é moradora da Vila São Jorge e não teria nada a ver com o caso.
O DIARIO CAMPO BELO sempre estará mantendo a população informada sobre o ritmo das investigações do caso do bebê encontrado no lixão.
Caso de Guarulhos: perigo das redes sociais
Mulher espancada após boatos em rede social morre em Guarujá, SP
Fonte: G1
Ela foi agredida após ser acusada de praticar magia negra com crianças. Moradores registraram vídeos mostrando a agressão e postaram na web.

Fabiane morreu após ser espancada em Guarujá. O crime foi baseado em boatos divulgado em redes sociais.
(Foto: Arquivo Pessoal).
A dona de casa Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, morreu na manhã de segunda-feira (05/05/2014), dois dias após ter sido espancada por dezenas de moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo a família, ela foi agredida a partir de um boato gerado por uma página em uma rede social que afirmava que a dona de casa sequestrava crianças para utilizá-las em rituais de magia negra.
De acordo com familiares de Fabiane, após as agressões, ela sofreu traumatismo craniano e foi internada em estado crítico no Hospital Santo Amaro, também em Guarujá. Minutos após a agressão, a Polícia Militar chegou a isolar o corpo de Fabiane acreditando que ela estava morta após o espancamento. Na manhã desta segunda-feira, porém, a família recebeu a informação de que Fabiane não resistiu aos ferimentos e morreu.
O espancamento aconteceu no bairro Morrinhos no início da noite deste sábado (03/05/2014). A mulher foi amarrada e agredida e, segundo testemunhas que acompanharam a agressão, os moradores afirmavam que a mulher havia sequestrado uma criança para realizar trabalhos de magia negra. O caso foi registrado na Delegacia Sede de Guarujá, onde será investigado. Até o momento, ninguém foi preso. A polícia está analisando as imagens da agressão e busca identificar os envolvidos no caso
Advogado acusa página de rede social
O advogado da vítima, Airton Cinto, foi até a casa da família neste domingo (4). Segundo ele, Fabiane é uma dona de casa que tem dois filhos. O advogado diz que Fabiane estava andando na rua quando começou a ser agredida. Algumas pessoas teriam visto, na página Guarujá Alerta, hospedada no Facebook, o retrato falado de uma mulher que estaria sequestrando crianças em Guarujá e pensaram que se tratava de Fabiane. “Ela foi espancada porque acharam que ela era uma pessoa de uma foto. Amarraram ela, arrastaram ela, levaram até o Morrinhos 4 e espancaram ela violentamente. Deixaram ela no mangue. A Polícia Militar preservou o corpo achando que ela estava morta”, afirma. Segundo ele, Fabiane não teve tempo de se defender das acusações e agressões.
Relembrem o caso de Campo Belo
Bebê encontrado no lixão tem autópsia realizada em Campo Belo
O corpo do beb
ê encontrado na Usina de Compostagem de Campo Belo (MG) pelos membros da Cooperativa de Materiais Recicláveis (Aterro Sanitário) em 1º de novembro deste ano, foi devolvido à Comarca para a realização de autopsia. O IML (Instituto Médico Legal) havia encaminhado o corpo à Belo Horizonte para um exame mais detalhado. No entanto, nesta terça-feira (22/11) a Polícia Civil recebeu a informação de que o trabalho deveria ser realizado na cidade de origem ao fato. A equipe de legista e investigadores da Polícia Civil efetivou os trabalhos no cemitério das Mercês.

O Legista (dr. Jorge); O auxiliar (Silvio) e a equipe da Funerária Nova Aliança. (Fotos:diariocampobelo.com)
Dr. Jorge (legista) e o auxiliar de necropsia, acompanhados pela equipe da Funerária Nova Aliança participaram dos trabalhos. De acordo com o legista, o bebê mediu 49 cm; A cabeça 35 cm e 11 cm de fêmur. O material colhido para DNA e para ajudar a identificar a mãe, se ela for descoberta, foi encaminhado à capital mineira para análise. O resultado deve sair em 30 dias, aproximadamente. A população pode ajudar nas investigações, que continuam. Os investigadores reforçam, que a população pode contribuir com o trabalho da Polícia Civil, que atua incansavelmente para esclarecer o caso. Denuncie! A informação é sigilosa.
Após os trabalhos legais, uma equipe da PC realizou uma cerimônia para sepultar o corpo do bebê. Marcos, membro da Ordem dos Crúzios, encomendou o corpo do recém-nascido. Investigadores, uma escrivã, membro da comunidade, o legista e a equipe da Funerária Nova Aliança (que doou à urna e levou o corpo até o local do exame) acompanharam à despedida ao bebê, que sequer nome pode ter! Ele foi sepultado em um espaço que pertence à PC – onde são colocados os corpos de desconhecidos (pessoas não identificadas pela polícia).
Campo Belo: Recém-nascido é encontrado por trabalhadores na usina de reciclagem
O bebê foi encontrado enrolado no cordão umbilical e com a placenta, segundo os funcionários da Usina de Compostagem e Reciclagem.
Um bebê foi localizado por trabalhadores da ASCARBE, cooperativa de materiais recicláveis implantada no Aterro Sanitário de Campo Belo (MG) na tarde desta terça-feira (31/10/2016). De acordo com a polícia, a criança apresentava ter entre 8 a 9 meses de gestação. A funcionária do local localizou o recém-nascido na esteira de separação do lixo, envolvido em dois sacos plásticos – no momento em que fariam a separação dos materiais recicláveis. Os cooperados disseram que o bebê estava no lixo recolhido hoje pelos funcionários da limpeza urbana da cidade. A perícia apontará o dia o parto teria sido realizado. A Polícia Civil pede que qualquer informação que possa contribuir com a investigação (encontrar a mãe) seja denunciado ao 193 ou 190, a fonte é preservada. A PC começará o processo de investigação.
Para a funcionária que encontrou o recém-nascido, uma cena de ficção. Ela contou ao diariocampobelo.com que estava passando o lixo na esteira quando se deparou com algo pesado dentro de dois sacos pretos. A jovem então puxou a embalagem e o corpo do bebê caiu onde o lixo é depositado. “Nunca imaginei ser um feto. Fiquei chocada, gritei e ninguém acreditava ser um bebê”, desabafou a jovem de 18 anos, que tem filhos.
De acordo com ela, a criança estava com o cordão umbilical enrolado no pescoço, além da placenta. “O encontramos no lixo nesta terça, que foi recolhido hoje. Eu acho que uma mãe dessa não tem coração. Deveria ter deixado nascer e o doaria. Uma cena que nunca esquecerei”, disse a trabalhadora.
