
Olá, meu nome é MAYCON MONTEIRO e estamos iniciando mais uma semana e desta vez com mais uma matéria da coluna SAÚDE.
Você já parou para pensar em que ponto chegamos nos dias atuais? Aos poucos, nosso valor vai sendo colocado em xeque. Surge o sentimento de nunca ser bom o bastante. Bonito o bastante, inteligente o bastante, criativo o bastante… Nunca somos bons o suficiente. E expor quem a gente é parece não ser algo muito seguro ou promissor, seja pelo nosso cabelo, corpo, ideias, jeito de estar no mundo. Vamos criando máscaras para agradar, forjamos um jeito de ser e não acreditamos que a nossa essência é segura de ser verdadeiramente amada. O curioso é que agimos assim muitas vezes sem nem ter consciência disso. Eu particularmente, já passei por essa fase! As vezes alguém me pergunta o porque mudei muito? Minha resposta é simples e objetiva…
Aprendi a me valorizar.
Abaixo vou citar a vocês aqui do Diário Campo Belo algumas palavras fortes, porém muito verdadeiras de dois grandes escritores.
“Esse medo essencial — ‘eu não mereço ser amado’ — não passa de uma história que só parece real porque nos identificamos com ela. Isso nos impede de gostar da nossa própria companhia e nos afasta de nós mesmos”, escrevem Robert e Louise.
O que os autores me dizem através dessas palavras é que o mundo é muito mais o que nós enxergamos dele. As coisas não são como são, mas como nós somos, como nos identificamos. Hoje nossa coluna procura mostrar a você o quanto é especial. O problema disso é que nossas percepções podem fazer da vida e dos relacionamentos algo difícil de desfrutar com plenitude. E aí a vida fica limitada. Mas o bom disso é que, se depende de nós, então também podemos criar outra realidade para estarmos.Parece que desde o comecinho da vida já vamos sendo colocados em expectativas e exigências que nos levam a nos sentir, por vezes, inadequados ou não bons o suficiente, nessa constante busca por aprovação. “Na verdade, nunca ninguém nos ensinou que ser nós mesmos é o melhor e pode ser muito divertido. Os modelos que temos nesta realidade estão sempre baseados em julgar-nos e comparar-nos com outras pessoas para sempre cabermos e sermos aceitos na família, na escola, no trabalho.Mas, se vivermos em constante necessidade de reconhecimento, cairemos numa dependência do outro, vivendo a vida deles e jogando fora a nossa própria vida”. Talvez pareça mais fácil agradar aos outros, porque, assim, transferimos nossa responsabilidade sobre como guiar nossa vida, como no caso de alguém que sempre segue o caminho traçado pelos pais. “Se decidirmos viver sem seguir as expectativas de outros que querem ou nos forçam a ser um determinado tipo de pessoa, colidir com eles é inevitável. A falta de coragem para não temer ser detestado é o nosso maior obstáculo.
Então viva!
Seja você!
Seja sua maior inspiração.
Um forte abraço de seu amigo, MAYCON MONTEIRO
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