

Após queda na creche, criança de 5 anos teria recebido apenas orientação para aplicar gelo no primeiro atendimento; fratura no joelho foi identificada 11 dias depois, segundo relato da mãe.
A mãe de uma criança de 5 anos relata que o filho pode ter sido vítima de negligência durante atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Campo Belo (MG).
Segundo o relato de Mislene Santos Silva, Athos Miguel caiu na creche da cidade e foi encaminhado para atendimento médico. Na primeira avaliação, o médico teria orientado apenas a aplicação de compressas de gelo.
Como os sintomas persistiram e não houve melhora, a mãe retornou à unidade com a criança. Foi então que, segundo ela, descobriu que o menino estava com uma fratura no joelho havia 11 dias.
O caso ocorreu em 10 de agosto e levanta questionamentos sobre a condução do primeiro atendimento e as possíveis consequências de um diagnóstico tardio.
A mãe da criança acredita em negligência. “Depois de 11 dias veio o diagnóstico correto. Meu filho foi submetido a cirurgia e o médico me disse que foi necessário quebrar o osso, pois estava colando de forma inadequada devido a demora para diagnosticar a fratura”, afirmou a mãe de Arthur ao DCB.
A situação pode trazer complicações à saúde da criança, dependendo da gravidade e do tipo de fratura.
O relato reacende o debate sobre a qualidade e a segurança dos atendimentos prestados à população na rede pública de saúde.







Publicado por Diário Campo Belo – 5/11/2026
