Segundo Percilia Alvarenga, setor de epdemiologia, o maior receio é no mês de Janeiro
O governo tem trabalhado de forma contínua, durante todo o ano, para monitorar e controlar a infestação do mosquito Aedes aegypti e para impedir o avanço da dengue, zika, chikungunya, segundo coordenadora da Vigilância em Saúde, Percília Aparecida Santana Faria Alvarenga. Nos meses mais quentes, em que há maior incidência da transmissão das doenças, as ações e os cuidados são intensificados. Em Campo Belo o índice de infestação, conhecido como LIRA (Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti) indicou 3.8, considerado médio risco.
Indice do lira foi de 3.8 em Campo Belo, segundo SMS. (Fotos: SMS)
Conforme informações da Secretaria de Saúde, 206 notificações foram registradas. No entanto, o número colhido se refere a casos suspeitos, após estudos, 32 deles foram confirmados e três de chikungunya.
Mas, de acordo com Percilia, a preocupação são os meses quentes. “Receio é no mês janeiro.
Os agentes fazem a ação de bloqueio, inclusive com bomba UBV. Eles também trabalham em campanha educativa também. Os recipientes também foram identificados no interior dos municípios,” informou Percilia.
A enfermeira também explicou que toda a notificação que chega a Secretaria Municipal de Saúde é registrada como caso suspeito. Isso justifica a diferença entre notificação e resultado positivo.