Vinte e dois ataques a escolas brasileiras foram registrados de 2002 a 2023. Foram 35 mortes, entre estudantes, professores, profissionais de ensino e os próprios agressores. O levantamento é da Universidade de Campinas (Unicamp), que propõe alternativas para enfrentar o problema. Na Assembleia de Minas, o assunto motiva audiências públicas e uma nova lei. Confira nesta edição do Politiza. Entrevistada: Cleo Garcia, advogada, especialista em Justiça Restaurativa, autora da pesquisa “Ataques de violência extrema em escolas no Brasil”, integrante do grupo “Ética, diversidade e democracia na escola pública”, do Instituto de Estudos Avançados, da Universidade de Campinas (Unicamp), mestranda em Educação, da universidade. O episódio é apresentado pela jornalista da Rádio Assembleia, Grazielle Mendes.
Idade dos agressores
Entre 13 e 18 anos idade dos agressores. O mais novo tem 10 anos.