
Por: Athos Oliveira
Hoje é o dia do Museólogo, em que o objetivo é reconhecer a importância desta área, e isso o correu a partir do decreto presidencial no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
A data foi instituída em 31 de maio de 2004, em decreto presidencial, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No dia dedicado ao profissional da museologia, o objetivo é não só homenagear os museólogos, mas principalmente reconhecer a importância dessa profissão, a qual é regulamentada pela Lei n.º 7.287, de 18 de dezembro de 1984, e pelo Decreto 91.775 de 15 de outubro de 1985.
Sendo assim, para comemorar esta data, o DCB foi até o Museu Divino Dias Maciel no centro da cidade de Campo Belo, para mostrar cada parte deste espaço de muita história a ser contada. O local é visitado principalmente por alunos do ensino fundamental, em um projeto para salientar a educação patrimonial. Júlia que trabalha desde 1998 no Museu, foi quem falou ao jornal sobre cada detalhe do local, que passa por modificações de 3 em 3 meses. O DCB vem mostrar por meio do apoio de Júlia um pouco do que está presente no local.

Começamos com a maior das lembranças e uma homenagem. Perto da entrada do museu estão os nomes do 40 ferroviários que trabalhavam em Campo Belo, quando ainda era constituída a Rede Ferroviária Federal, vindo depois a Rede Mineira de Viação. Entre estes nomes está o de José Rodrigues Martins, que é pai da jornalista Kelly Cristina, que é a editora-chefe do Diário Campo Belo

Foto: Athos Oliveira
Esta primeira foto está o documento e outros pertences de Eva Vitória Rios – que é uma das fundadoras do Museu

Foto: Athos Oliveira
Esta foto são das primeiras professoras formadas na Escola São José, local onde antes apenas estudavam as mulheres. Vale ressaltar que os homens estudavam antigamente no Colégio Dom Cabral, algo relatado por Júlia no próprio museu. Esta foto foi de 1931.

Esta foto foi da primeira máquina de escrever algo que era muito utilizado na época. Esta da foto pertence a uma que estava no Banco do Brasil.
Ainda caminhando pelo museu, Júlia mostrou também a foto de Divino Dias Maciel, do qual se leva o nome do museu , além de mostrar também a primeira cadeira do dentista, uma homenagem aos pracinhas que lutaram na segunda Guerra Mundial, mostrando a aliança que era destinada ao oficial do Exército que se destacava na época, além também de uma homenagem aos músicos com instrumentos da época

Foto: Athos Oliveira
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Fotos : Athos Oliveira
No Museu também foi mostrado as peças de roupas que eram usadas por mulheres na época, além disso a roupa do Rei Momo na época do período colonial no Brasil, as vestimentas das mulheres como os corpetes que eram utilizados no lugar do sutiã, de uma das peças de roupas femininas. Tem ali também as batinas de dois padres que marcaram a história de Campo Belo. Uma do Padre Alberto Fuger, e outra do Padre José Erlei de Almeida, que faleceu em um acidente de carro no ano de 2001. Além disso, alguns dos objetos utilizados na época para ensinamentos escolares como o transferidor, o globo e o apontador, além do lápis feitos todos de madeira. Nas fotos estão o antigo Conego Ulisses, onde hoje é a Superintendência, o antigo colégio São José, o antigo Armstrong e também o antigo Colégio Dom Cabral.




fotos: Athos Oliveira
O local também abriga a primeira rádio inaugurada na rádio Clube de Campo Belo, além da primeira máquina de tecer lã, o guarda roupa antigo, e o vestido de noiva nos anos 50, além do terno de posse do primeiro prefeito de Campo Belo Antônio de Bastos Garcia. Isso ainda contando que no mundo da comunicação, ainda tem a máquina de escrever elétrica e o primeiro telefone





E por fim, a imagem do autor do hino a Campo Belo João Barbosa , a obra que foi confeccionada por João da Silveira Brasil, as primeiras cédulas de papel em dinheiro, além de troféus de grandes clubes de Campo Belo como o UEC e Lions Clube





Tudec


Lion Henrique

Casa do Pecuarista

Ebenezer

phs

Vó Chinha

marmitaria da tia Selma
