

Uma denúncia feita a Ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde por uma moradora de Campo Belo questionou o tratamento que teria sido dado à uma família por parte de um técnico em enfermagem da Unidade de Pronto Atendimento no dia 07 de maio. Na denúncia a moradora diz que o técnico teria tratado a família com falta de respeito e impedido alguns procedimentos. Entretanto, o profissional disse que a informação relatada à Ouvidoria foi distorcida e ele tem como provar. Não teve, segundo o mesmo, má resposta ou omissão. Ele também disse que o médico não havia autorizado a permanência da família por se tratar de uma paciente na sala vermelha (urgência e emergência). Antes da primeira publicação, a produção do site falou com o diretor administrativo, e ele disse que aguardava ser acionado pela ouvidoria para se posicionar.
Na tarde de terça-feira (25.05) o diretor administrativo da Unidade e a enfermeira padrão (Chefe da enfermagem) entraram em contato com o DCB. Embora não tenham recebido oficialmente a reclamação registrada na Ouvidoria, o técnico e a enfermeira e o administrador aguardam o acionamento oficial para que todos sejam ouvidos.
Segundo a chefe da enfermagem, Vânia Cordeiro, no dia da confusão o técnico comunicou a mesma sobre o fato. Ela inclusive orientou o mesmo a se resguardar através de um Boletim de Ocorrência, pois a família que teria se alterado com o técnico no momento em que ele disse sobre as restrições da sala de emergência.
O técnico garantiu estar tranquilo. Disse que ele foi agredido verbalmente pela família da idosa. “Eu apenas cumpri as regras. A sala estava cheia de pacientes e era um risco para os familiares permanecerem no local. Ninguém pode ficar na sala de emergência. O médico também não permitiu a permanência da família no ambiente. A minha maior preocupação era com o marido da paciente de mais de 80 anos. Em momento algum tratei a família ou a idosa com falta de respeito. Agredido fui eu!”, esclareceu o técnico.
Ele ainda acrescentou que não faltou café ou medicação a idosa. “O que ocorreu foi a transferência da idosa da sala vermelha para o quarto. Houve este desencontro, mas a mesma não ficou sem medicação ou café”, finalizou o técnico em enfermagem.
O diretor administrativo da UPA, Isaias, disse que irá se manifestar oficialmente assim que for notificado pela Ouvidoria.
