

O corpo da vítima foi removido pela equipe da Funerária Campo Belo para o IML da cidade.
Um motorista de um Gol com placas de Campo Belo (MG) não resistiu aos ferimentos e morreu em um acidente na MG 369, Km 40 – há mais de 1 quilometro do trevo de Santana do Jacaré (MG), na manhã desta segunda-feira (10/06). Sebastião Pereira de 53 anos (morador de Campo Belo) voltava pra casa. O SAMU foi ao local, mas constatou o óbito da vítima. Segundo a Polícia Militar Rodoviária de Oliveira, o condutor seguia sentido Campo Belo e em uma curva acentuada perdeu o controle da direção e se chocou com um caminhão que seguia sentido Oliveira. O caminhão pertence à uma empresa instalada em Campo Belo e estava descarregado. Um diretor da empresa proprietária do caminhão, o chefe do transporte e o assessor de comunicação estiveram no local do acidente e deram total assistência durante os procedimentos.
De acordo com o sargento Wagner, o local é complexo, a curva é fechada. “Possivelmente um dos fatores que pode ter provocado o acidente fatal”, citou o policial
Ainda segundo ele, a PMR foi acionada às 07h20 da manhã desta segunda. “Mas este acidente pode ter sido registrado entre 07 ou 07h10. Chegamos e constatamos o óbito da vítima. O serviço pericial estava em andamento. O caminhão seguia sentido Oliveira e o carro fazia o trajeto contrário”, acrescentou o sargento Wagner da Polícia Militar Rodoviária que atendeu a ocorrência.
O corpo de bombeiros da cidade de Formiga atendeu a ocorrência. Segundo o sargento Miller a informação era que a vítima estava presa às ferragens. “Atendemos a região de Campo Belo. Recebemos o chamado informando o óbito da vítima, mas era necessário o desencarceramento da vítima”, acrescento o sargento militar.
A rodovia é estreita e apresenta muito perigo aos motoristas. Já foram registrados diversos acidentes fatais. Amador Freire tem uma propriedade próximo ao local e disse que o pai dele, antes de falecer, cedeu ao órgão competente uma parte do terreno para que houvesse uma obra de ampliação do trecho. “Há 4 anos, antes do meu pai falecer, ele doou ao DNIT uma parte do nosso terreno para que melhorias fossem feitas. O trecho é crítico. Há inúmeras cruzes que registram o número de mortes neste local. Até quando continuará ceifando vidas? Nada foi feito até o momento”, questionou o empresário.


