
Dona Conceição conseguiu fazer a cirurgia para a retirada do bócio e aos 86 anos vive feliz e consegue falar e alimentar-se.
São inúmeros os casos de saúde em que o DCB participou (dando publicidade) onde as pessoas buscavam tratamento adequado a cada situação, e encontravam dificuldades para consegui-lo. Muitas vezes a imprensa divulga o sofrimento da família e do paciente, que precisa de um procedimento, e não mostra o desfecho e a sua recuperação. O DCB elencou algumas reportagens e mostraremos aos leitores como estão as pessoas que buscaram na imprensa e em algumas situações até meios judiciais para conseguir os procedimentos necessários. Começamos pelo caso da dona Maria Conceição de Jesus, à época com 83 anos (setembro de 2015). Dona Conceição sofria há tempos com um bócio gigante na região da tireoide. Ela lutava pela vida (que a cada dia diminuía as chances de recuperação) em razão da demora para a realização de uma cirurgia que iria retirar o nódulo, que estava fechando a traqueia. O jogo de empurra-empurra terminou com a determinação judicial que bloqueou R$ 50 mil da Secretaria de Saúde para custear a cirurgia da idosa. Ela foi realizada em Alfenas e 3 anos depois, dona Conceição aos 86 anos, está bem e esbanjando alegria, que divide com os netos (as).
Da história de dona Conceição vamos para o caso do aposentado Matuzalém. Em maio de 2017, Matuzalém de Oliveira de 54 anos, que aguardava por uma cirurgia para a retirada de uma hérnia há mais de um ano, passou pelo procedimento cirúrgico na manhã de terça-feira (23/05). O procedimento realizado pelos cirurgiões Dr. Reginaldo e Dr. Fabrício Campos foi considerado um sucesso. A reportagem do DIÁRIO CAMPO BELO esteve no hospital e conversou com o aposentado no pós cirúrgico. O caso dele comoveu a cidade e o gestor da Secretaria de Saúde, que tomou conhecimento após divulgação feita pelo diariocampobelo.com, autorizando a realização da cirurgia por ser um caso de extrema urgência. Todo otimista, e de cara renovada, Matuzalém mandou um recado à população campobelense. “Obrigada a todos! Nem acredito que o meu sofrimento teve fim. Agora é vida nova”, disse Matuzalém com um sorriso no rosto.
No mês seguinte (junho de 2107) a reportagem do diário tomou conhecimento do dilema de Danielly Vieira Santana, que à época tinha um bebê que estava com apenas três meses. Danielly há dois meses sofria buscando um tratamento adequado. Segundo o marido que acionou o Diário Campo Belo, Danielly tinha fortes dores abdominais, mas sempre que procurava à UPA era tratada com analgésico. A família acreditava ser apenas um problema na vesícula, e seria indicação cirúrgica; A documentação para a realização do procedimento estava no TDF (Tratamento Fora Domicílio) para a liberação, sem sucesso. Ela então passou mal e foi para a UPA. A avaliação do dr. Harley confirmou: pancreatite. Acionaram o cirurgião, Danielly foi encaminha ao CTI, trataram-na, e assim que teve condições clínicas, passou por procedimento cirúrgico e está bem.

Com poucas chances de sobrevivência, Aderico foi transferido, passou por procedimento cirúrgico e após 4 meses de internação teve alta e está em casa.
Em janeiro de 2018 Aderico de Souza foi diagnosticado com AVC e estava na UPA, segundo a família, morrendo aos poucos. Com um laudo bem definido pelo dr. Harley Lasmar, a família procurou o DCB e também a justiça. O caso era grave e eles corriam contra o tempo. Depois de vários dias internado e após ter sido dada publicidade ao caso, ele foi transferido para o hospital João XXIII. A cirurgia para a retirada do coágulo foi realizada com sucesso e ele reagiu bem. Depois de quase quatro meses internado em Belo Horizonte, Aderico teve alta e está em casa. “Foi um grande susto, mas graças aos anjos que encontramos pelo caminho e o pedido de socorro, meu tio foi salvo”, declarou Antônia.
Também em janeiro de 2108 a produção do DCB tomou conhecimento de uma mulher de 53 anos que vivia uma situação de desespero desde que fraturou o fêmur. Segundo a filha, dona Maria das Dores Souza Batista moradora da Vila São Jorge, estava com uma cirurgia ortopédica agendada para ser realizada realizar naquela semana, mas na segunda-feira (22/01) o médico prescreveu a alta da paciente e informou à família que não há vaga para realização do procedimento. Dona Dorinha (como é conhecida) voltou pra casa, onde reside em condições precárias. Além da falta de infraestrutura, no imóvel localizado à Rua Padre Vicente Rodrigues da Costa, (nº 205), não tinha energia elétrica. Através da doação de uma leitora, o DCB levou à residência da dona Dorinha uma cesta básica, mas ela precisa de mais assistência e principalmente a vaga para a realização do procedimento cirúrgico. Após a reportagem, a cirurgia foi realizada e dona Dorinha também recebeu a visita de assistentes sociais.
