
O surgimento de lagartas taturanas (mandruvás) tem tirado o sono de moradores da Rua Maurício Ribeiro, na Serrinha. A produção do DCB esteve no local e flagrou dezenas delas que caíram dos coqueiros e estavam entrando na residência de uma moradora. O aposentado Antônio Balbino da Silva passa o dia com um cajado nas mãos para matar as taturanas, que entram em sua residência. Mas este não é o único problema do bairro. Os coqueiros estão velhos e já abalaram a estrutura da escada. As árvores oferecem um risco à segurança dos moradores. Segundo eles, a Vigilância epidemiológica e o setor de Obras da Prefeitura já foram comunicados sobre o problema, que até o momento continua sem solução.
Eles sofrem há anos, segundo depoimentos. “Já encontrei várias mandruvás no interior da minha residência. Os coqueiros também estão arrebentando a escadaria. Se nós cortamos, somos penalizados. Se continuar da maneira que está fica difícil. Queremos uma solução”, questionou o senhor Antônio.
Dona Maria de Souza Ferreira de 80 anos está indignada com a situação do local. “Estou traumatizada com a proliferação de mandruvás. Já fizemos o que estava ao nosso alcança, mas as autoridades não tomam providências. Eu tenho trauma, pois quando era criança quase perdi a minha perda por causa deste bicho. O local em que ela passou inflamou. Ninguém toma providências”, citou a idosa.
Assim que o vídeo feito pelo DCB no local foi divulgado nos grupos de whatsap, a população se manifestou. Jurema Batista logo fez uma observação. “Com folha mais atraente, coqueiros e palmeiras sofrem danos com lagartas. Período de chuva favorece plantas, mas pragas podem destruir e até matar. Confiram as melhores formas de tratamentos para evitar maiores danos.
E necessário o combate, pois eles (mandruvás, como são chamados) podem matar os coqueiros e é necessário um engenheiro agrônomo para acabar com eles”, ilustrou a moradora.
Cuidados
O contato com essas lonomias podem causar queimaduras e podem, em casos mais graves, causar hemorragias. Especialistas alertam que, em caso de contato, o médico deve ser procurado para avaliar a gravidade do ocorrido.
Outro Lado
A Produção entrou em contato com a Secretaria de Saúde de Campo Belo. Nos encaminharam à Vigilância Sanitária, que direcionou ao setor de edemias. O atendente disse que no caso em análise seria resolvido através da poda dos coqueiros e limpeza dos lotes (que são de propriedade privada) ou em órgão como o IMA (que tem parceria com à prefeitura) e poderia resolver o problema com a avaliação de um engenheiro agrônomo.
A produção ainda procurou a Assessoria de Imprensa e Maísa de Oliveira ficou responsável por entrar em contato com o SEOP e nos dar um retorno.
