A reportagem do vídeo foi veiculada pelo DIÁRIO CAMPO BELO em 2016. Mostrando que o problema é antigo.
Fonte e foto (reunião): Assessoria de Imprensa Prefeitura
A elaboração de um plano de contingência para erradicação dos escorpiões que têm surgido em alguns bairros de Campo Belo (MG) foi discutido em uma reunião realizada na Secretaria de Assistência Social na tarde de quinta-feira (02/03). Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, o Plano de Contingência envolve uma rede de integração entre: as secretarias de saúde, administração, assistência social, obras, educação, promotoria, segurança pública e população nas ações a serem realizadas no local e em seus arredores.
Ainda de acordo com a Assessoria, as medidas de controle e manejo populacional de escorpiões baseiam-se na modificação das condições do ambiente a fim de torná-lo desfavorável à ocorrência, permanência e proliferação destes animais.
Para isso será feita a vedação das fendas nos túmulos, a continuidade da limpeza e manutenção do Cemitério, com a retirada e coleta dos escorpiões.
O Plano também sugere a remoção temporária da família da casa anexa ao cemitério (rua Elias Poli, nº 354); avaliação do imóvel para aproveitamento para melhorias do próprio cemitério.
Outra sugestão do Plano de Contingência é a abertura da rua Elias Poli facilitando o acesso à rua Vitória (bairro Alvorada e outras ruas no bairro Vila Amauri) melhorando a urbanização e segurança.
Se viável, a criação de equipe fixa e capacitada para controle e atuação em áreas notificadas (incluso campanha de combate ao caramujo). E também propõe a capacitação de agentes de saúde, endemias e lideranças comunitárias dos bairros afetados; pesquisa e coleta de escorpiões para envio à FUNED /LABORATÓRIO DE ENTOMOLOGIA.
Em último caso a aplicação de inseticida é recomendada e deve ser vistoriada por técnico responsável. Segundo estudos, o hábito dos escorpiões de se abrigarem em frestas de paredes, embaixo de caixas, papelões, pilhas de tijolos, telhas, madeiras, em fendas e rachaduras do solo, juntamente com sua capacidade de permanecer meses sem se movimentar, torna o tratamento químico ineficaz. O que também torna os escorpiões resistentes aos venenos é o fato de possuírem o hábito de permanecer em longos períodos em abrigos naturais ou artificiais que impedem que o inseticida entre em contato com o animal.
Além disso, possuem capacidade de permanecer com seus estigmas pulmonares fechados por um longo período. O agente de saúde não deve realizar nem recomendar ao proprietário do imóvel a aplicação de produtos químicos. Orientações de aplicação de inseticida devem ser realizadas apenas pelo responsável técnico após avaliações do caso.
Existe no mercado inseticida eficaz no controle do escorpião mais só deve ser usado em último caso depois de todo procedimento acima relacionado se mostrar ineficaz.
