
Tristeza, dor, comoção e revolta marcaram o velório e o sepultamento da menina Ana Clara Pereira Gonçalves na tarde deste sábado (19/11). Centenas de moradores acompanharam velório e sepultamento em Carmo da Mata (MG). Centenas de pessoas se despediram de Ana, que foi achada morta no início da noite de sexta-feira em uma área rural. Ela foi enterrada em uma cova rasa, e já estava desaparecida por seis dias. Por conta do estado já avançado de decomposição, o velório ocorreu com o caixão lacrado, e o funeral todo doado pela Funerária Padre Alberto de Campo Belo. O caso gerou muita comoção, inclusive os primeiros trabalhos periciais foram realizados por Dr Harley Lasmar (perito chefe do setor de autópsia) e Dr Haroldo que oficializou o trabalho. Gustavo Souza (Funerária Nova Aliança) também auxiliou os médicos durante os procedimentos, além de enfermeiros, técnicos e funcionários de serviços gerais da UPA (Unidade de Pronto Atendimento)
Durante a cerimônia, que durou duas horas, Crispim Gonçalves Viana Neto (pai biológico de Ana) mostrou o atestado de óbito da filha, o documento assinado pelo Dr Haroldo (médico do IML) de Campo Belo indica que a vítima pode ter morrido por asfixia. Ainda de acordo com informações apuradas pelo Diário Campo Belo, durante os exames de imagem, o Médico teria verificado que havia terra no pulmão da criança, o que indica que a mesma pode ter sido enterrada ainda viva.
A mãe de Ana Clara, Mariana Pereira Cruz, chorou bastante durante o velório, em vários momentos precisando ser amparada, cena esta que se repetiu no cemitério. Alex Júnior de 27 anos, padrasto de Ana Clara, é o principal suspeito pela morte da enteada, embora alegue em depoimento à Polícia Civil que o ocorrido foi “acidental”.
Investigações
A Polícia Civil trabalhou incansavelmente para esclarecer o caso ANA CLARA. Deram uma resposta à sociedade. O site apurou que corpo foi pela polícia com uma equipe cedida pela prefeitura de Carmo da Mata. O corpo de bombeiros ajudou nas buscas sim, mas no dia anterior.
O corpo da menina foi localizado em um terreno rural próximo à Rodovia BR-494, na localidade de São Bento. O terreno é próximo a uma plantação de eucalipto, e estava enterrado em uma cova relativamente rasa.
A Polícia teria chegado ao local exato no final da tarde desta sexta-feira (18), após novas informações serem prestadas pelo padrasto da garota Alex Júnior, que está preso em uma cela separada no presídio de Oliveira.
De acordo com com informações, o local da cova estava com a terra “fofa” e, ao realizar uma busca mais minuciosa visualizaram uma das perninhas da menina.
Em menos de um mês três crianças foram vítimas de violência na região: Um bebê foi encontrado no Aterro Sanitário de Campo Belo; A mãe (ré confessa) matou a filha de 2 anos, degolada, em Lavras; e agora o fim do caso Ana Clara – que comoveu o Estado e mobilizou as polícias.
Trabalharam no caso no dia: dr Douglas Camarano; Célio Sérgio Cabral e dr. Alessandro Gambogi (que estava no caso desde o inicio). Na quarta-feira, ele; o dr. Egamar (Regional) mais outro delegado de Campo Belo, além do dr. Douglas (Carmo da Mata) ficaram até às 23h00 na cidade apurando as informações e interrogando as pessoas. A reportagem do DIARIO CAMPO BELO também fez a cobertura in loco.
Investigações

Corpo de Ana Clara foi achado em cova rasa na zona rural de Carmo da Mata (Foto: Thiago Carvalho/G1)
A Polícia Civil trabalhou incansavelmente para esclarecer o caso Ana Clara. Deram uma resposta à sociedade. O site apurou que corpo foi encontrado pela polícia com uma equipe cedida pela prefeitura de Carmo da Mata. O corpo de bombeiros ajudou nas buscas sim, mas no dia anterior.
O corpo da menina foi localizado em um terreno rural próximo à Rodovia BR-494, na localidade de São Bento. O terreno é próximo a uma plantação de eucalipto, e estava enterrado em uma cova relativamente rasa.
A Polícia teria chegado ao local exato no final da tarde desta sexta-feira (18), após novas informações serem prestadas pelo padrasto da garota Alex Júnior, que está preso em uma cela separada no presídio de Oliveira.
De acordo com com informações, o local da cova estava com a terra “fofa” e, ao realizar uma busca mais minuciosa junto dos Bombeiros, foi descoberta uma das perninhas da menina.
Em menos de um mês três crianças foram vítimas de violência na região: Um bebê foi encontrado no Aterro Sanitário de Campo Belo; A mãe (ré confessa) matou a filha de 2 anos, degolada, em Lavras; e agora o fim do caso Ana Clara – que comoveu o Estado e mobilizou as polícias.
Trabalharam no caso no dia: dr Douglas Camarano; Célio Sérgio Cabral e dr. Alessandro Gambogi (que estava no caso desde o inicio). Na quarta-feira, ele; o dr. Egamar (Regional) mais outro delegado de Campo Belo, além do dr. Douglas (Carmo da Mata) ficaram até quase 23h30 na cidade apurando as informações e interrogando as pessoas. A reportagem do DIARIO CAMPO BELO também fez a cobertura in loco.
