
Antônio Silveira (Tonho do Pedro Orlando) era muito respeitado e considerado na cidade. Pelo caráter e a maneira de tratar as pessoas.
Campo Belo (MG) amanheceu em luto. Morreu na madrugada de domingo (16/10) Antônio de Pádua Silveira (Tonho do Pedro Orlando). Muitos o definiram como uma “pessoa rara”. Ele foi internado na sexta-feira (14/10). Como o estado de saúde era delicado, o transferiram para o CTI (Centro de Tratamento Intensivo) da Santa Casa de Misericórdia São Vicente de Paulo. “Tonho” era cardíaco e estava com a diabetes descompensada. Havia um edema pulmonar; Ele apresentou uma parada cardiorespiratória e não resistiu. A morte do comerciante abalou quem pode ter o privilégio de conhecê-lo. Muitos campobelenses se manifestaram em redes sociais. O velório de Antônio foi realizado na Capela e, em seguida, na Igreja do Cruzeirinho até o sepultamento, às 17 horas de domingo.
Antônio era muito religioso (responsável pelo terço realizado na Igreja do Cruzeiro); Um dos organizadores da Romaria a pé a Aparecida do Norte (SP); Comerciante; considerado atencioso, generoso, caridoso e muito amável. Agia desta forma com a família (muitos sobrinhos o considerava como um segundo pai) e com a população de um modo geral. Discreto, procurava sempre ajudar as pessoas. Trabalhou arduamente com o pai (Pedro Orlando) na antiga “Charqueda” – frigorífico nas décadas de 60, onde construíram a primeira obra da família. O restaurante e churrascaria “Pedro Orlando” funcionou inicialmente na Avenida Jerferson Tagliaferri, onde manteve as atividades por décadas.
O mais tradicional comércio da área alimentícia de Campo Belo (mais de 50 anos de existência) mudou de endereço, mas preservaram o nome – “Churrascaria Pedro Orlando”.Antônio, a irmã Maria Rosária Silveira (Zaia) e o cunhado deram sequência à empresa, que sofreu mais uma baixa neste domingo. Quem não gostava do jeito humilde e dedicado dispensado aos clientes? Sempre ia às mesas cumprimentar as pessoas e perguntar por seus parentes (com o maior respeito e delicadeza). “Tonho” deixou saudades e um legado. Em redes sociais, amigos e conhecidos definiram a personalidade do comerciante. “Meus pêsames à família. Antônio é dessas pessoas raras: íntegro, honesto, trabalhador, super discreto e generoso. Deus conduza sua alma para um bom lugar”, descreveu Henrique Cézar Machado.
Para Hélio Magalhães, o “Tonho” era o ‘timoneiro’ que mantinha vivo um dos mais tradicionais restaurantes familiares de Campo Belo. “Espero que sobreviva ao passamento do Antônio. À família, funcionários e todos os amigos e amigas (que me incluo) e clientes, meus sentimentos!,” resumiu.

1 Comment
Triste perda, fará muita falta para nós família e amigos… será lembrado para sempre pela história que construiu em vida!!! ?