
Momentos tensos na reunião desta segunda (24), que contou com a participação da Assessora Jurídica do Legislativo, dra. Danielle Belchior e do vereador “Tchuca” denunciando que projetos são assinados pelas comissões, instantes antes das reuniões ordinárias e ele não os assinará de última hora.
A sessão iniciou com o pedido do Presidente da Casa para que assessora jurídica esclarecesse sobre o episódio da Plenária anterior que culminou com a aprovação do projeto de Lei 25/2015 (autoria Executiva), que visa a abertura de crédito especial para a compra de um imóvel para o Legislativo. Com os equívocos, a votação (unanime) foi anulada e o texto colocado novamente em análise.
Segundo a assessoria, houve um erro. “Por essa razão, eu mesma sugeri ao Presidente que anulasse a votação. O parecer está completo, está fundamentado. Não foi lido o Projeto e sim, a mensagem”, afirmou a advogada.
Para a vereadora Rosângela Sousa de Oliveira (Kasaca) que é contrária a matéria, a confusão foi na leitura. “O parecer que Flávio Bechir pediu dispensa foi na Proposição de desafetação”, argumentou.
Luiz Libério (Presidente da Casa) reconheceu o erro. “Não há quem não erre. Ele é passível à todos nós. Naquele dia (17) trabalhei muito na parte externa e pequei. Dobro os joelhos e peço perdão à vocês e serei mais criterioso”, prometeu o Presidente.
Carlos Alberto Chaves acredita que tenha havido um erro de digitação sim. Na oportunidade, ele fez alguns questionamentos, respondidos pela Advogada da Câmara – Danielle Belchior. Tchuca perguntou, por exemplo, em nome de quem ficará o imóvel adquirido pela Casa;
A assessora foi enfática. “Do Município”, confirmou a Danielle.
Dando seuquência aos questionamentos, o professor perguntou se a Câmara de Campo Belo tem recurso para abrir a dotação. Segundo a assessora jurídica, seria os R$ 300 mil constados na matéria.
Para esclarecer melhor, Carlos Alberto quis saber da doutora Danielle Belchior sobre os culpados na votação anterior. “Erro foi somente da senhora?” Danielle sem pensar respondeu: – “Claro que não!”.
Ele também levantou a questão das responsabilidades, caso o texto anterior fosse validado. De acordo com a advogada do legislativo campobelense, o processo Legislativo seria denunciado.
Wilson Pimenta acredita que o erro tenha começado no Executivo. “Todos votaram. Minha primeira atitude foi pedir a gravação da reunião anterior. Quem fez o projeto foi a prefeitura. A origem é de lá. Para fazermos orçamento dependemos dela”, confirmou o vereador.
Tchuca, novamente com a palavra, reafirmou que somente ele, Rosângela e Luciano Alvarenga questionaram o assunto no dia seguinte.

Tchuca; Rosângela; Pedro Roberto e Luciano Alvarenga são contrários à venda. Com eles estariam José Morais; Maruzan Cardoso Vilela ; Gilberto Rios e Wilson Pimenta.
O Presidente bateu na tecla que o erro teria sido da redação. “Repudio a palavra do senhor vereador (Tchuca). Faltou a inclusão de nome, não tem direito em ofender a Mesa Diretora”, posicionou-se o chefe do legislativo.
Carlos Alberto se defendeu. “Não houve ofensas. Não vou mais assinar projeto na hora da votação”, finalizou.
A aprovação do dia 17 de agosto foi anulada. Mas, na reunião desta segunda-feira (24) entrou em tramitação novamente (com a redação correta); Tchuca pediu vista (tempo regimental para analisar o texto). Na próxima quarta-feira (26) terá uma outra Plenária, às 15h00 para aprecia-lo.
Confiram à reportagem!
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2 Comments
Tanta prioridade .e eles brincando de legislar kkkkk campo belo e piada
Pois é Márcia! Eu, se tivesse dinheiro, faria uma casa moderna pra mim, ou compraria uma ai no centro… Eles querem comprar um clube no perímetro da cidade, e com o dinheiro nosso. Brincadeira mesmo! Parecem querer ficar mais à margem do povo. Ou seria pra deixar o povo à margem?