
Por: Irmãos Moreira
Irmãos Moreira apresentam ao público do DCB mais três talentos de Campo Belo (MG), que dia a dia buscam mais espaço para mostrarem a qualidade de seus trabalhos no universo artístico. A Coluna Musical desta semana começa com o funkeiro Gustavo vai para o samba com Alan Prince e termina com a dança executada por Débora.

Gustavo contou aos irmãos Moreira que iniciou a sua carreira em 2012, assinou composições de funk junto com seus primos, conhecidos como G10. Ele então decidiu aderir com nome de MC:- já que me interessei muito em fazer música e era algo que a gente realmente gostava de fazer e fui seguindo nesse corre-corre até 2016”, contou o cantor e compositor.
Depois disso começou a ouvir Rap e aí então que eu decidiu que era o que eu queria para os eu futuro. Em meio a projetos e pausas a maioria ficou somente no projeto até que teve a iniciativa de colocar em prática o que aprendeu nesse tempo com vídeo clipe” HONEY”. “Juntamente com “ÒZZY MC ” no YouTube já com várias visualizações e bastante retorno positivo da galera estou criando um novo projeto de Rap, um ep que fala sobre as coisas que mudam constantemente na nossa vida que se chama “Tempo” com 6 faixas, vídeo clipes e líric vídeo. Previsão de lançamento e mais informações sobre entre no canal ÒZZY MC ou então no insta @vulgo_ged3z”, lembrou Gustavo.

Saímos deste estilo para o universo do samba. Vocês vão conhecer melhor Alanderson Felicio, nome artístico e carinhosamente conhecido como Alan Prince. É nascido e criado na cidade de Campo Belo (MG), casado com Iasmym e pai das crianças Maysa Vitória e Miguel Prince, filho de Maria Aparecida e do popular Vicente Coiseira.
Deu início na música um pouco tarde, aos 22 anos de idade, pois teve uma vida dedicada ao futebol no qual foi muito feliz e realizado, com passagens por Tupi de Juiz de Fora, Elo Sport e Atibaia Futebol Clube de São Paulo e na base do Cruzeiro Esporte Clube da grande BH, no qual foi sua maior realização jogando com grandes nomes do futebol brasileiro, mas, devido uma má formação arteriovenosa no pé esquerdo o impossibilitou de dar continuidade.
Mesmo no meio do futebol já mostrava amor ao samba cantando e encantando nas concentrações dos clubes.
Para aprender as músicas se trancava no quarto do irmão mais velho, professor Alisson Felicio e copiava as letras para aprender a cantar.
Fã incondicional do grupo “Os Travessos” e tendo como sua maior inspiração no pagode o cantor “Rodriguinho”, pintava o cabelo de amarelo para ter a mesma aparência do vocalista.
Mas tudo começou no grupo de Oração Água Viva, lá foi o primeiro contato com o microfone. “Era frequentador ácido às terças-feiras e quando foi feito alguns convites aos participantes, fui, mas, o chamado era pra música. Cantando no grupo, nas missas e nos eventos da igreja católica. De lá pra cá o amor pela música só aumentava até que surgiu a oportunidade de cantar pagode num grupo da cidade, fiz parte desse e de outros grupos, no entanto, o projeto solo chamava atenção e já são 10 anos desde a primeira apresentação”, recorda-se Alan Price.

Ele ficou afastado dos palcos 02 anos, mas graças a Deus está na ativa há 3 anos.
“Tenho na bagagem dois DVDs de trabalho gravados sendo o primeiro em 2013 no estúdio e o segundo em 2016 ao vivo na praça da estação fazendo abertura da volta do festival de inverno com uma banda toda do RJ, músicos que trabalham com grandes nomes do pagode nacional.
Tive alguns encontros marcantes com ídolos e referências na música, Thiaguinho, Alexandre Pires e Negritude Jr. Hoje sigo firme e trabalhando bastante pra dar continuidade no sonho de viver apenas da música, ser reconhecido e respeitado. Mas uma coisa eu tenho certeza, ser querido é melhor que ser famoso”, posicionou-se o músico.
Agora vamos apresentar o talento de Débora. Ela tem 22 anos. Ama dançar. A coluna misical do DCB, a dançarina fez um resuminho básico sobre a sua atuação. “O meu interesse pela dança surgiu desde criança, meu pais na época eram dançarinos. Aos meus 12 anos eu sempre tive um sonho de dançar publicamente. Quando fiz 18 anos tive a minha primeira oportunidade de fazer uma apresentação de dança na escola com meus amigos. Foi onde então que continuei a buscar meu sonho. A dança pra mim ela significa um modo de se expressar. Ela tira toda a minha energia negativa, me inspira e me trás esperança. Dançar é você se sentir amada e sofrer junto, sentir a melodia e criar cada passo novo”, concluiu Débora.
